BIENAL DO LIVRO: 660 MIL PESSOAS COMPARECERAM EM NOVE DIAS

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Foi um dos maiores públicos para a Bienal do Livro, cujo recorde é de 663 mil visitantes em 2018; organizadores consideraram saldo positivo.

Foi um sucesso que superou todas as expectativas de venda e de público.

De acordo com a organização da Bienal Internacional do Livro, a 26ª. edição, que se encerrou no domingo, 10, teve um público de 660 mil pessoas em nove dias, aproximando-se de 2018, que teve público de 663 mil pessoas – mas em dez dias.

Também houve aumento das vendas e do faturamento; em média, cada pessoa adquiriu 7 livros. Algumas editoras tiveram o melhor desempenho na história das bienais de livros.

Ainda de acordo com a organização, a editora Rocco encerrou o evento com faturamento 185% maior que o da última edição. Os mais vendidos da editora: “Rádio Silêncio”, de Alice Oseman, uma das autoras que virou sensação no evento depois que seus livros deram origem a “Heartstopper”, sensação da Netflix, “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés, e o box da saga “Harry Potter”.

A Editora Intrínseca teve aumento de 150% no faturamento e 45% a mais de livros vendidos do que na última edição –  comercializou 58 mil títulos. Seus mais vendidos: “Modus Operandi” e literatura de suspense. Obras que fizeram sucesso no TikTok também ajudaram a impulsionar a venda no estande, casos de “Os Dois Morrem no Final”, de Adam Silvera, e “Amor e Gelato”, de Jenna Evans Welch.

A HarperCollins Brasil vendeu 253% mais livros nesta edição. Os resultados da Todavia, em sua segunda participação no evento, também foram acima do esperado. No balanço final, 5.000 livros foram vendidos —à frente da lista estava “Torto Arado”, de Itamar Vieira Junior, seguido de “Doramar ou a Odisseia”.

A Global, que edita autores nacionais, teve o dobro de vendas em relação à última edição. Lideraram a procura títulos do poeta Sergio Vaz, que participou de debate no evento.

No estande das Edições Sesc, o aumento foi de 40% nas vendas em relação à última edição. As editoras Girassol e Callis, especializadas em livros infantis, também cresceram 40% em relação à edição anterior.

Os números mostraram que a epidemia realmente represou a demanda e as filas se acumularam, para participar de debates, para comer e até para comprar livros.

Autores famosos ou não estiveram no evento, como Xuxa, Mauricio de Sousa, Pedro Bandeira, Thalita Rebouças, Lázaro Ramos, Alice Oseman, Elena Armas, Jenna Evans Welch e outros.

THALITA REBOUÇAS – DIVULGAÇ]AO

 

LAZARO RAMOS = DIVULGAÇÃO BIENAL.

Foto: Divulgação

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