VIVO LANÇA ‘PROTEÇÃO RUA’, NOVO MODO DE SEGURANÇA PARA CELULARES

Serviço para clientes pós-pago e controle custa R$ 5 por mês e bloqueia aplicativos selecionados quando o usuário está fora de locais seguros, visando proteger dados em caso de roubo ou furto.
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Em um movimento para aumentar a segurança de seus clientes contra o crescente número de roubos e furtos de smartphones, a Vivo lançou na última sexta-feira, 17, o modo ‘Proteção Rua’. A nova funcionalidade permite que os usuários definam locais seguros, como casa e escritório, e bloqueia automaticamente o acesso a aplicativos pré-selecionados sempre que o aparelho sai desses perímetros.

A ferramenta foi projetada para dificultar o acesso de criminosos a dados sensíveis, principalmente aplicativos de bancos e redes sociais. Fora das zonas de segurança, os aplicativos escolhidos só podem ser abertos mediante uma senha específica, cadastrada no momento da ativação do serviço.

Um dos principais diferenciais é a “chave de ameaça”: uma senha de emergência que, ao ser digitada pelo usuário em uma situação de coação, envia discretamente uma mensagem com sua localização para um contato de confiança previamente cadastrado. O serviço permite o cadastro de até 20 locais seguros, cada um cobrindo um perímetro de 1 quilômetro.

Como Ativar e Quanto Custa

O ‘Proteção Rua’ faz parte da plataforma Modo Seguro da operadora e está disponível para smartphones com sistema Android 8 (ou superior) e iPhones a partir do iOS 16. O serviço tem um custo mensal de R$ 5 e pode ser contratado por clientes dos planos pós-pago e controle.

Para ativar, o cliente deve seguir os passos:

  1. Acessar o aplicativo da Vivo.
  2. Selecionar a opção ‘Proteção Rua’.
  3. Clicar em ‘Saber Mais’ e depois em ‘Continuar’.
  4. Escolher a linha que receberá a proteção e confirmar a contratação.

Contexto de Segurança

Embora a iniciativa da Vivo seja robusta, a proteção baseada em localização não é uma novidade no mercado. Bancos digitais como C6 e Nubank já oferecem funcionalidades semelhantes, que restringem transações financeiras de alto valor quando o usuário está fora de um endereço de confiança.

A medida chega em um momento relevante para a segurança pública no Brasil. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apesar de uma queda de 13% em relação ao ano anterior, o país ainda registrou 917 mil celulares roubados ou furtados em 2024. O número representa uma média alarmante de 431,7 ocorrências para cada 100 mil habitantes, justificando a crescente busca por soluções que protejam a vida digital dos cidadãos.

(Fonte: VIVO. Imagem gerada por I.A.)