ANVISA DETERMINA APREENSÃO E PROÍBE VENDA DE LINHA DE COSMÉTICOS SEM REGISTRO

Medida atinge itens capilares, protetores solares, bronzeadores e sabonetes dermatológicos irregulares; agência veta fabricação, comercialização e propaganda em todo o território nacional
0
191

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição definitiva de comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e uso de diversos cosméticos que estavam circulando sem registro sanitário e sem regularização no órgão. A decisão foi formalizada pela Resolução nº 3.249.

A medida preventiva tem o objetivo de proteger a saúde dos consumidores, uma vez que produtos sem o devido aval técnico não possuem eficácia comprovada, controle de qualidade ou segurança quanto à presença de substâncias nocivas. Entre os itens barrados estão formulações para crescimento capilar, protetores solares, bronzeadores e cosméticos de uso dermatológico específico.

Produtos Proibidos da Marca Essence (Fabricante: Geo Beauty)

  • Capi Hair: Tônico ativador de crescimento capilar (com raiz de malva, gengibre, alecrim, urtiga e menta);

  • Essencial for Men: Shampoo de crescimento capilar (250 ml);

  • Casa: Repelente bloqueador de odores para ambiente;

  • Rainha Solar: Parafina bronzeadora com cenoura e urucum FPS 8 (120 g);

  • Mixderme: Sabonete em gel formulado para pele do diabético (200 ml);

  • Ar Tratamento: Fluido antimicose (30 ml).

Produtos Irregulares de Origem / Fabricante Desconhecido

  • Máscara Capilar: Avocado Tutano Vegano;

  • Protetor Solar Facial: Natural Perfection Double Shield Sun Stick SPD50+;

  • Creme para Área dos Olhos: Fraijour Retin-Collagen 3D Core Eye Cream.

Orientações ao Consumidor

A orientação das autoridades de vigilância sanitária é para que estabelecimentos comerciais e farmácias retirem imediatamente os lotes de suas prateleiras ou canais de e-commerce. Consumidores que tenham adquirido qualquer um dos produtos listados devem interromper o uso imediatamente e entrar em contato com os canais de atendimento da Anvisa ou do Procon para denúncia.

Fonte: Agência Brasil / Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)