GOVERNO ALERTA PARA GOLPE DE APLICATIVO FALSO QUE PROMETE REEMBOLSO DO INSS

Fraude utiliza o nome "INSS Reembolso" para roubar dados bancários e controlar celulares de beneficiários; aplicativo oficial para serviços previdenciários é exclusivamente o "Meu INSS"
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O Governo Federal, por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), emitiu um alerta urgente aos segurados e beneficiários sobre um novo golpe digital. Criminosos estão disseminando um aplicativo falso, voltado principalmente para celulares com sistema Android, que promete o reembolso de supostos descontos associativos para atrair vítimas.

A fraude foi detectada pela empresa de cibersegurança Kaspersky, que identificou o malware denominado “BeatBanker”. O software malicioso funciona como um “trojan bancário”, capaz de capturar credenciais, espionar aplicativos de bancos, redirecionar transferências financeiras e até permitir o controle remoto do aparelho celular.

COMO O GOLPE FUNCIONA

A ação criminosa começa com a divulgação de sites falsos que imitam visualmente lojas oficiais de aplicativos. Nesses endereços, é oferecido o download do app “INSS Reembolso”. Ao instalar a ferramenta acreditando ser um serviço legítimo da autarquia, o usuário tem seu dispositivo comprometido.

RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA

O INSS reforça que nunca solicita downloads de aplicativos por meio de links ou páginas de terceiros. As principais orientações são:

  • Aplicativo Único: O único software oficial para serviços previdenciários é o Meu INSS, disponível apenas nas lojas oficiais (Google Play e App Store).

  • Canais Oficiais: Toda comunicação sobre benefícios deve ser feita pelo Meu INSS, pelo telefone 135 ou pelo site oficial do órgão.

  • Desconfie de Promessas: Suspeite de qualquer serviço que prometa liberação rápida de valores ou reembolsos fora dos canais habituais.

O QUE FAZER CASO SEJA VÍTIMA

Caso o segurado perceba que instalou um programa suspeito, a orientação é:

  1. Remover o aplicativo imediatamente.

  2. Executar uma verificação completa de segurança no dispositivo (antivírus).

  3. Evitar realizar qualquer operação financeira pelo celular até garantir que o aparelho esteja totalmente limpo e seguro.

Fontes: Gov.Br e INSS