
O nome da nova onça, flagrada por armadilhas fotográficas no Parque da Iguaçu, é homenagem à embaixadora da espécie no Brasil, a atriz Cristiana Oliveira; aparentemente, a onça pariu há pouco tempo, o que é uma boa nova.
Boas novas chegam do Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná. As armadilhas fotográficas do Onças do Iguaçu flagraram uma nova onça-pintada na região.
“É uma fêmea, que aparentemente pariu há pouco tempo, o que significa que podem existir novos filhotes também”, conta Yara Barros, coordenadora do projeto.
Como é tradição a cada novo indivíduo registrado, ela foi batizada com um nome.
E dessa vez o escolhido foi Krika, o apelido da atriz Cristiana Oliveira, nomeada recentemente Embaixadora das Onças-Pintadas no Brasil, um convite feito pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio).
Para quem não lembra, Cristiana interpretou a personagem Juma Marruá, na primeira versão da novela Pantanal, exibida pela extinta Rede Manchete de Televisão, na década de 90. Assim como a mãe, Maria Marruá, a filha também “virava” onça quando se sentia acuada ou com raiva.
Desde então, a atriz se tornou apaixonada por esse que é o maior felino das Américas, a Panthera onca, e que, infelizmente, está ameaçado de extinção. Krika faz viagens constantes ao Pantanal e também advoga pela proteção do bioma.
Em outubro, Cristiana Oliveira também lançou uma coleção de joias inspiradas no Pantanal, com lucro revertido para a organização que atua há 13 anos pela sua conservação. “Meu amor pelo Pantanal só cresceu desde que conheci esse bioma pela primeira vez, e agora eu decidi carregar literalmente esse amor comigo, de uma maneira charmosa e sutil”, diz ela.
Assista declaração de Cristiana pelo link https://www.instagram.com/p/CmKYWERJRf-/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_video_watch_again
AS ONÇAS DO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU
Estima-se que restem na Mata Atlântica apenas entre 230 e 300 onças-pintadas.
Um terço delas está justamente na área que abrange o Parque Nacional do Iguaçu e reservas adjacentes do lado argentino. Esta é a única população da espécie neste bioma que, historicamente, tem apresentado crescimento.
No começo dos anos 2000, notou-se uma grande queda no número de indivíduos naquela região.
Em 2009, acreditava-se que sobravam somente entre nove e onze onças. Mas gradativamente, a situação foi melhorando. Em 2014, um censo revelou a presença de 17 indivíduos. Dois anos mais tarde já eram 22, e em 2018 foram contabilizadas 28 delas.
Todavia, o último censo apontou uma estabilidade. No parque brasileiro, o número médio é de 24 animais (entre 20 e 28). E agora mais um!
“Apesar da estimativa média ter sido menor que a de 2018, isso estatisticamente não representa uma redução significativa, e sim uma estabilidade da população”, explicou Yara, na época da divulgação do censo.
Já no chamado Corredor Verde, área situada entre a fronteira da Argentina com o Brasil, estima-se que sejam 90 animais (entre 76 e 106).
(conexãoplaneta.com.br – 15 de dezembro de 2022 – Suzana Camargo)
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