PARQUES ESTADUAIS DE SP VIRAM PALCO DE TRILHAS, OFICINAS E BRINCADEIRAS NAS FÉRIAS DE JULHO

Unidades da capital e Grande São Paulo oferecem desde observação de aves e plantio de mudas até experimentos científicos e jogos tradicionais
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As férias escolares são um convite para desacelerar, descobrir novos lugares e criar memórias em família. Para quem procura uma programação diferente sem sair da cidade, os parques urbanos administrados pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) oferecem uma agenda especial. Entre brincadeiras, oficinas, trilhas monitoradas, experiências sensoriais e atividades de educação ambiental, crianças e adultos podem aproveitar o período em contato com a natureza, aprendendo de forma leve e divertida sobre conservação, biodiversidade e sustentabilidade.

Ao todo, 12 parques urbanos da capital e da Região Metropolitana de São Paulo contam com atividades gratuitas. Há opções para todas as idades, desde oficinas para confecção de brinquedos com materiais recicláveis e produção de tintas naturais até observação de aves, plantio de árvores, jogos educativos, experiências científicas e brincadeiras tradicionais, sempre com o objetivo de estimular a convivência, a criatividade e a conexão com o meio ambiente.

Segundo a diretora de Parques Urbanos da Semil, Ana Lúcia Seabra, as férias representam uma oportunidade de fortalecer a conexão das pessoas com os espaços verdes e com a educação ambiental. “Os parques urbanos oferecem muito mais do que lazer. Eles se transformam em grandes salas de aula ao ar livre, onde crianças e adultos aprendem brincando, despertam a curiosidade sobre a natureza e fortalecem a consciência ambiental. É uma forma de mostrar que preservar também pode ser uma experiência divertida, acolhedora e compartilhada em família.”

Destaques da programação nos parques urbanos

  • Parque Jequitibá (Cotia): Conta com atividades de lazer e resgate de brincadeiras tradicionais. Todos os dias ficam disponíveis os jogos de amarelinha e cama de gato. No período da tarde, os monitores promovem brincadeiras como batata quente, mãe da rua, pega-pega corrente, estátua e corda com cantigas.
  • Parque Gabriel Chucre (Carapicuíba): Oferece oficinas diárias de arte, reciclagem e jardinagem, incluindo técnicas como kokedama, criação de bombas de sementes, jogos de tabuleiro, macramê, crochê, biojoias, desenho botânico, observação de aves e produção de tintas naturais.
  • Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu (Zona Leste): Reúne observação de aves, oficinas de brinquedos recicláveis, visitas monitoradas à Sala do Esporte e à maquete da nascente do Rio Tietê, além de ações de plantio de mudas de ipê.
  • Parque Biacica (Itaim Biacica): Oferece oficinas diárias voltadas à criatividade e reaproveitamento de materiais, incluindo confecção de bilboquê reciclável, balangandã, quadros com elementos da natureza, carimbo de folhas e produção de tintas ecológicas.
  • Parque Antônio Arnaldo Queiroz e Silva (Vila Jacuí): Promove oficinas práticas de confecção de brinquedos recicláveis, máscaras da fauna, esculturas de animais com materiais reaproveitados, produção de maquetes ecológicas e plantio em recipientes reutilizáveis.
  • Parque Ecológico do Tietê (Engenheiro Goulart): Realiza trilhas monitoradas com observação de aves e passagens pelo viveiro de mudas e jardim sensorial, além de oficinas de caixas sensoriais, fauna da memória, bombas de sementes, esculturas naturais e rodas de conversa sobre borboletas.
  • Parque Belém Manoel Pitta (Belém): Apresenta experiências sensoriais, caminhadas para observação de aves, confecção de terrários, produção de bombas de sementes, experimentos práticos de extração de DNA, jogos educativos e brincadeiras temáticas sobre a fauna brasileira.
  • Parque Ecológico da Várzea do Embu-Guaçu (Embu-Guaçu): Conta com oficinas de colagem, artes com elementos naturais, desenhos, mosaicos, criação de terrários, origamis e apresentações educativas sobre espécies da fauna e da flora locais.
  • Parque Nascentes do Rio Tietê (Salesópolis): Oferece trilhas até a nascente do Rio Tietê, oficinas de compostagem, bombas de sementes, dinâmicas de caixas sensoriais, atividades reflexivas sobre o consumo consciente da água e intervenções artísticas voltadas à preservação ambiental.
  • Chácara da Baronesa (Santo André): Reúne gincanas, oficinas manuais, jogos recreativos, atividades esportivas, pintura, confecção de brinquedos e ações de plantio voltadas ao público infantil e familiar.
  • Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns (Zona Norte): Conta com monitoria ambiental, brincadeiras temáticas, experimentos científicos, oficinas de reciclagem, atividades sobre biodiversidade, jogos educativos e dinâmicas sensoriais.
  • Parque Ecológico do Guarapiranga (Zona Sul): Realiza oficinas de reciclagem, kokedama, origami, trilhas sensoriais, observação de fauna, ações de plantio e jogos educativos voltados ao ciclo da água e à conservação ambiental.

A expectativa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística é que milhares de visitantes aproveitem o período para vivenciar os espaços públicos sob uma nova perspectiva, aliando lazer, aprendizado e contato direto com a natureza.

Fonte e imagem: Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil)